JP gera 1.491 empregos formais em agosto e jovens ocupam mais de 46% do total das vagas

JP gera 1.491 empregos formais em agosto e jovens ocupam mais de 46% do total das vagas

A cidade de João Pessoa registrou um saldo positivo de 1.491 empregos com carteira assinada no mês de agosto. O resultado, que representa o segundo melhor desempenho do ano para a capital, foi divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Um ponto de destaque no levantamento é a inserção da juventude no mercado de trabalho. Trabalhadores de até 24 anos ocuparam 697 das vagas abertas, o que corresponde a 46,7% do total de contratações realizadas no período.

Perfil das contratações

O detalhamento dos dados revela que a maior parte das oportunidades para o público jovem foi destinada à faixa etária de 18 a 24 anos, totalizando 653 postos de trabalho. Outros 44 trabalhadores, com até 17 anos, também conquistaram o primeiro registro formal.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de João Pessoa (Sedest), João Bosco Ferraz, esses números refletem o sucesso de políticas de qualificação e preparação profissional. De acordo com o secretário, a entrada no mercado formal é fundamental para a experiência profissional e a proteção previdenciária.

Os números demonstram a importância de ampliar as oportunidades para a juventude e fortalecer as políticas públicas que favorecem sua inserção no mercado de trabalho, destacou João Bosco Ferraz.

Setor de serviços lidera geração de vagas

O setor de serviços foi o principal motor da economia local em agosto, sendo responsável por 1.024 novas vagas, ou 68,7% do saldo mensal. A dinâmica do setor é impulsionada por diversas áreas que possuem alta capacidade de absorção de mão de obra jovem:

  • Comércio
  • Turismo
  • Hotelaria
  • Saúde
  • Prestação de serviços

Atualmente, João Pessoa contabiliza 242.381 trabalhadores com carteira assinada. Segundo a Sedest, o monitoramento constante desses indicadores é essencial para dimensionar o impacto do emprego formal na economia da capital e assegurar a continuidade das iniciativas de inclusão profissional.

Francisco Araújo

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