Reviravolta chocante em caso de homicídio na capital paraibana laudo pericial crucial para definir idade de suspeito em João Pessoa termina sem conclusão alterando rumos da investigação e tratamento policial

Reviravolta chocante em caso de homicídio na capital paraibana laudo pericial crucial para definir idade de suspeito em João Pessoa termina sem conclusão alterando rumos da investigação e tratamento policial

Resultado inconclusivo da perícia de idade para suspeito de homicídio em hotel de João Pessoa mantém dilema sobre tratamento legal do investigado

A perícia forense, destinada a estabelecer a idade de um suspeito envolvido no homicídio de Washington Rodrigo, de 33 anos, em um hotel localizado em João Pessoa, resultou inconclusiva. A informação foi confirmada pelo diretor do Instituto de Medicina Legal (IML) da Capital, o perito Flávio Fabres, nesta quarta-feira (29), significando que o investigado será mantido na condição de adolescente durante os trâmites legais, conforme anunciou o IML da Capital.

O perito Flávio Fabres explicou a dificuldade inerente a este tipo de avaliação. A proximidade da faixa etária de transição para a maioridade legal é um fator que complica a precisão do exame, tornando inviável a confirmação definitiva se o investigado já alcançou os dezoito anos.

Dada a ausência de documentação comprobatória imediata, a definição formal da idade do suspeito dependerá da análise aprofundada de registros e outros documentos. Estes elementos serão reunidos ao longo do inquérito e, posteriormente, encaminhados tanto ao Ministério Público quanto ao Poder Judiciário para deliberação.

A Polícia Civil informou que os familiares do investigado deverão apresentar a documentação necessária para atestar sua idade. Esses dados serão criteriosamente verificados e confrontados com registros oficiais, a fim de que a condição jurídica do suspeito seja estabelecida de forma inequívoca.

O delegado Diego Garcia detalhou que, após a conclusão do exame pericial, o investigado foi imediatamente direcionado para a ala de custódia reservada a adolescentes na carceragem da Polícia Civil, localizada em João Pessoa. Ele permanecerá nesse local aguardando a audiência de custódia, procedimento que contará com a supervisão da Promotoria da Infância e Juventude da Capital.

Francisco Araújo

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