Ranking da Folha de S. Paulo aponta a PB em 6ª lugar entre os estados brasileiros mais eficientes

Ranking da Folha de S. Paulo aponta a PB em 6ª lugar entre os estados brasileiros mais eficientes

A Paraíba alcançou a 6ª colocação no Ranking de Eficiência dos Estados (REE-F), divulgado pela Folha de S. Paulo em setembro de 2026. O estudo avalia a capacidade das unidades da federação de converter recursos públicos em resultados concretos para a sociedade em cinco áreas vitais: saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e finanças.

Desenvolvido em parceria com o Datafolha, o levantamento cruza dados públicos com a receita corrente líquida (RCL) per capita. A metodologia busca identificar quais estados conseguem entregar mais serviços à população com o orçamento disponível, demonstrando que uma arrecadação elevada não é garantia direta de maior eficiência na administração pública.

Metodologia e resultados do levantamento

O estudo analisa 26 unidades da federação, excluindo o Distrito Federal devido às suas particularidades orçamentárias. O critério principal é a capacidade de entrega de serviços essenciais, mantendo o equilíbrio das contas. Os dados revelam um cenário onde estados com cofres mais fartos aparecem, por vezes, nas posições inferiores do ranking.

A Paraíba obteve um índice de 0,561, consolidando-se na parte superior da tabela. Abaixo, confira os seis primeiros colocados na segunda edição da pesquisa:

  • 1º Paraná (0,734)
  • 2º Ceará (0,665)
  • 3º São Paulo (0,637)
  • 4º Santa Catarina (0,612)
  • 5º Piauí (0,596)
  • 6º Paraíba (0,561)

Classificação do desempenho estadual

A pesquisa classifica os estados em quatro faixas distintas de desempenho: eficiente, alguma eficiência, pouca eficiência e ineficiente. O objetivo do Ranking de Eficiência dos Estados é proporcionar uma análise técnica sobre a gestão dos recursos públicos no Brasil.

Os resultados reforçam a importância de critérios objetivos para medir o impacto das políticas públicas estaduais. Para o cidadão, o levantamento oferece uma visão detalhada de como a gestão local se posiciona em relação à otimização de verbas destinadas a setores prioritários.

Francisco Araújo

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