Parque sensorial para autistas: governo anuncia primeiras medidas
Governo anuncia primeiras medidas para parque sensorial inédito no estado
O governador Lucas Ribeiro deu o pontapé inicial para a criação do primeiro Parque Sensorial Estadual voltado para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa visa ampliar os espaços de inclusão e oferecer mais qualidade de vida a autistas e seus familiares na Paraíba.
A notícia foi confirmada após uma reunião estratégica realizada na Granja Santana, em João Pessoa. No encontro, o governador esteve acompanhado de auxiliares do governo, arquitetos, engenheiros e representantes da causa do autismo para discutir os detalhes da implantação.
Como funcionará o novo parque sensorial?
O projeto, que já conta com a responsabilidade da arquiteta Leila Azzouz, transformará parte da Granja Santana em um ambiente adaptado e seguro. O objetivo é proporcionar um espaço onde crianças e adolescentes autistas possam desenvolver suas habilidades motoras, cognitivas e sociais.
Quais são os próximos passos?
- Localização: Granja Santana, em João Pessoa.
- Objetivo: Ampliar espaços de inclusão para pessoas com TEA.
- Serviços: Ambiente adaptado para desenvolvimento motor, cognitivo e social.
- Anúncio inicial: Primeira medida da gestão do governador Lucas Ribeiro, anunciada em sua posse.
O que fazer para acompanhar o projeto?
As primeiras medidas já foram adotadas com a reunião e o início dos trabalhos técnicos. Representantes do governo e da causa do autismo seguem colaborando para a materialização deste importante projeto de inclusão.
O governador Lucas Ribeiro destacou a importância do parque como um reflexo do compromisso com a inclusão. “Inclusão se faz com espaços que acolhem”, afirmou. A primeira-dama Camila Mariz e Simone Jordão, presidente da Funad, também celebraram a iniciativa, ressaltando a crescente necessidade de políticas públicas efetivas para a população autista.
Este parque representa um marco na busca por uma política integral para crianças e adolescentes com TEA, garantindo que o futuro não seja determinado pelo CEP, mas sim por oportunidades de desenvolvimento e acolhimento.
