Gasolina em João Pessoa: Procon-JP Revela Preços Estáveis e Onde Encontrar o Combustível Mais Barato em Dezembro

Gasolina em João Pessoa: Procon-JP Revela Preços Estáveis e Onde Encontrar o Combustível Mais Barato em Dezembro

Procon-JP Divulga Preços da Gasolina em João Pessoa: Confira Onde Abastecer Mais Barato

A pesquisa de combustíveis realizada pelo Procon-JP em João Pessoa, com dados coletados em 23 de dezembro, revela que os preços da gasolina comum se mantiveram estáveis em relação à semana anterior. O levantamento abrangeu 111 postos em atividade na capital paraibana, oferecendo um panorama detalhado para os consumidores.

Para quem busca economizar, a pesquisa do Procon-JP é uma ferramenta essencial. Ela detalha os valores praticados para pagamento à vista e no cartão, permitindo que os motoristas comparem e escolham o posto com o melhor preço em diferentes bairros da cidade. A gasolina comum, principal foco da pesquisa, apresentou poucas alterações.

A gasolina aditivada e outros combustíveis como álcool e diesel também foram analisados. As informações são valiosas para o planejamento financeiro dos condutores, especialmente em um período de maior circulação e gastos, como o final de ano. O Procon-JP destaca a importância de estar atento aos preços para evitar gastos desnecessários. Conforme informação divulgada pelo g1.

Gasolina Comum: Preços Mantidos e Onde Encontrar o Menor Valor

Na pesquisa mais recente, a gasolina comum manteve os mesmos patamares de preço da semana anterior em 96 estabelecimentos para pagamento à vista. Os valores oscilaram entre R$ 5,75, encontrados em dois postos (Ferrari, no Centro, e Elesbão, em Água Fria), e R$ 5,99, praticado em nove postos. Para pagamento no cartão, o produto também permaneceu com os mesmos preços da pesquisa anterior, variando entre R$ 5,87 (no posto Expressão, em Tambaú) e R$ 6,19 (em cinco postos).

Gasolina Aditivada e Álcool: Pouca Variação nos Preços

A gasolina aditivada seguiu a mesma tendência de estabilidade, com os preços inalterados desde o dia 17 de dezembro. Os valores extremos registrados foram R$ 5,85 (no posto Almeida, em Paratibe) e R$ 6,37 (no posto Maxi, em Oitizeiro). No pagamento com cartão, a gasolina aditivada apresentou valores entre R$ 5,88 (Expressão, em Tambaú) e R$ 6,39 (nos postos Cristo, no Cristo, e São José, em Cruz das Armas).

O álcool também manteve os preços nas duas pontas em 96 postos. O valor à vista oscilou entre R$ 4,09 (Ferrari, no Centro) e R$ 4,47 (Opção, em Brisamar). No crédito, o combustível variou entre R$ 4,19 (Expressão, em Tambaú) e R$ 4,49 (em seis postos).

Diesel e GNV: Pequenas Altas e Quedas Registradas

O diesel S10 apresentou uma leve alta no menor preço, saindo de R$ 5,49 para R$ 5,55 (nos postos Almeida/Opção, em Brisamar), enquanto o maior preço se manteve em R$ 6,59 (Select, em Tambaú). No cartão, o S10 custou entre R$ 5,69 (Expressão, em Tambaú) e R$ 6,59 (Select, em Tambaú).

Já o diesel comum mostrou uma pequena elevação em relação à pesquisa anterior, passando de R$ 5,49 para R$ 5,53 (Independência, em Tambiá). O maior preço registrado foi R$ 5,89 (Pichilau Gauchinha, no Distrito Industrial, e FX, no Bessa).

O Gás Natural Veicular (GNV) manteve o menor preço em R$ 4,85 (nos postos Frei Damião, em Ipês, e Estrela do Geisel). O maior preço do GNV teve uma pequena queda, de R$ 5,59 para R$ 4,86, valor que também é praticado para pagamento no cartão em nove postos.

Reajuste do Salário Mínimo para 2026

Em outra notícia relevante para a economia, o Diário Oficial publicou o Decreto nº 12.797, oficializando o reajuste do salário mínimo nacional para R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro de 2026, um aumento de R$ 103 em relação ao valor atual de R$ 1.518. Este reajuste impactará milhões de brasileiros que recebem o piso salarial ou benefícios a ele vinculados, como o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

A nova política de valorização do salário mínimo, retomada no governo Lula, leva em conta a inflação medida pelo INPC e o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB), com um teto de 2,5% para a alta real. Esse aumento representa uma despesa adicional estimada em R$ 43,2 bilhões para as contas públicas em 2026, podendo afetar os gastos discricionários do governo.

Francisco Araújo

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