Chico César é cotado para assumir Ministério da Cultura no próximo governo Lula
O cantor e compositor paraibano Chico César está cotado para assumir o Ministério da Cultura a partir de 2027, no próximo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A eventual substituição no comando da pasta, atualmente chefiada pela cantora Margareth Menezes, entrou no debate dos bastidores políticos em Brasília.
Além de Chico César, a lista de possíveis nomes para liderar o órgão inclui o ator Wagner Moura e a deputada federal eleita Maria Marighella. Esta não é a primeira vez que o artista paraibano é lembrado para a função, visto que seu nome já havia sido avaliado após as eleições de 2022, momento em que ele indicou preferência por outros quadros para a pasta.
Outros nomes cotados para a pasta cultural
A discussão em Brasília envolve outros dois nomes de projeção no setor cultural. O ator baiano Wagner Moura integra as cotações devido à sua trajetória no cinema nacional e internacional. Já a atriz e deputada federal eleita pela Bahia, Maria Marighella, traz histórico na administração pública cultural, tendo atuado como presidente da Fundação Nacional de Artes (Funarte), órgão vinculado ao Ministério da Cultura.
Os três cotados participaram ativamente de mobilizações em prol da eleição do presidente Lula durante a campanha eleitoral.
Trajetória de Chico César na gestão pública
Natural de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba, Chico César construiu uma carreira de destaque na música brasileira e possui experiência prévia na administração pública do setor de cultura.
- Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope): presidiu o órgão em 2009.
- Secretaria de Cultura da Paraíba: esteve à frente da pasta estadual entre 2011 e 2014, durante o governo de Ricardo Coutinho.
Cenário atual e confirmações formais
Até o momento, não existe confirmação oficial de que a atual ministra Margareth Menezes deixará o cargo, tampouco anúncio do Palácio do Planalto sobre alterações na equipe ministerial. A definição final sobre a composição dos ministérios para o mandato que começa em janeiro de 2027 dependerá de decisões do presidente da República.
