Vigilância Ambiental realiza ações preventivas e de combate às pragas urbanas em diversos bairros da Capital

A Vigilância Ambiental de João Pessoa vem realizando ações contínuas de prevenção e combate a pragas urbanas como ratos, baratas e caramujos africanos na orla, prédios públicos, praças e comunidades ribeirinhas da Capital. Somado ao planejamento para otimizar o controle populacional desses animais, a Vigilância Ambiental recomenda a população cuidados básicos para evitar a proliferação dessas pragas, como o descarte adequado de resíduos domésticos e da construção civil.

“Nós elaboramos um cronograma de atividades com base na incidência de casos, onde tenha maior número de notificações ou que sejam consideradas como propensas a ocorrências”, explica a gerente da Vigilância Ambiental, Pollyana Dantas.

As ações de combate à proliferação de ratos têm sido permanentes, principalmente em prédios, na orla e em comunidades ribeirinhas da Capital. Recentemente as equipes atuaram no bairro São José e no baixo Roger, além das praias – desde o Bessa até a Penha. “Os técnicos cuidam para que a aplicação de veneno seja feita em locais onde pessoas e animais domésticos, como cães e gatos não tenham acesso”, garante Pollyana Dantas.

Conscientização – A gerente solicita a colaboração da população para o descarte adequado do lixo doméstico. Ratos e baratas se alimentam desses resíduos e costumam ter um raio de ação para buscar seu alimento. “A cidade de João Pessoa conta com coleta domiciliar em todos os bairros, então é só colocar o lixo à disposição da coleta no dia e locais corretos e assim evitar a proliferação e a visita indesejada desses animais em suas residências”.

Caramujos – Já a ação para o combate da proliferação de caramujos africanos também tem sido constante, principalmente na orla e locais públicos. “A ação de remoção é simples e rápida, mas é imprescindível proteger as mãos com o uso de luvas ou plásticos para evitar a contaminação”. Basicamente usa-se um balde ou saco com água e sabão para fazer a catação do animal. Após 30 minutos, o indicado é drenar o líquido e em seguida descartar o saco na lixeira.

Outras ações – De acordo com Pollyana Dantas, as equipes de ações especiais da Vigilância Ambiental têm visitado empresas da construção civil da Capital. Nessas ocasiões são realizadas palestras educativas para os trabalhadores orientando sobre a importância de eliminar possíveis objetos que possam servir de criadouros para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, além de alojamento para outras pragas urbanas como ratos e baratas.

Recentemente foi firmada uma parceria com o Governo do Estado para a utilização do Fumacê. “Nós já atuamos por três meses, cobrindo mais de 50 bairros com dois ciclos de aplicação em cada um deles, com intervalos de 10 a 15 dias, fazendo também borrifação quando há necessidade através de pulverizadores costais. Esses equipamentos foram adquiridos pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) para ampliar o alcance em áreas cobertas pelos nossos agentes de endemias, que também fazem a aplicação de larvicidas, fechando assim a cobertura para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti”, explica.