Testemunha não reconhece suspeitos de matar ator e polícia busca evidências para decidir sobre prisão

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Testemunha não reconhece suspeitos de matar ator e polícia busca evidências para decidir sobre prisão
Testemunha não reconhece suspeitos de matar ator e polícia busca evidências para decidir sobre prisão

Dois homens suspeitos de assassinar o ator Simão Cunha no último final de semana foram conduzidos para a Central de Polícia, no bairro do Geisel, nesta terça-feira (08). O delegado Ademir Fernandes, responsável pelo caso, afirmou em entrevista ao programa Correio Debate, que a principal testemunha não reconheceu os homens apontados como culpados do crime. “No momento não podemos vincular ele à autoria do crime”, destacou o delegado.

No entanto, Ademir Fernandes declarou que “desde ontem ela [a testemunha] já tinha falado que era difícil reconhecer, estava nervosa”. Apesar de a testemunha não ter reconhecido os suspeitos, a polícia não descarta a participação deles no crime.

“Dependendo do que for colhido, da certeza que a gente tiver ou não, ele vai ser preso ou liberado”, explicou o delegado Ademir Fernandes. A polícia segue investigando o caso e buscando mais evidências para esclarecer o crime.

Os suspeitos foram conduzidos até a delegacia por policiais do 1º Batalhão de Polícia Militar após denúncias. Eles seriam pessoas em situação de rua e respondem a procedimentos por envolvimento em assaltos.

O delegado Hugo Hélder comentou em entrevista à TV Tambaú que “se houver alguma coisa que ligue um deles ou os dois aos fatos, faremos o flagrante. O que nós temos até o momento ainda é muito frágil”.

A morte de Simão, que também era professor de teatro, abalou o cenário cultural paraibano. Ele havia participado da inauguração de um bar na região, e após sair do local, foi assaltado e assassinado a facadas. Simão estava de férias na capital paraibana.

Da Redação com Click PB

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