Segunda semana de 2021 começa com novo lote do auxílio emergencial

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A Caixa Econômica Federal libera nesta segunda semana de 2021, novos saques e transferências do auxílio emergencial. Esses pagamentos fazem parte ao mesmo tempo dos ciclos 5 e 6 e são destinados aos nascidos em maio, junho e julho que não estão inscritos no programa Bolsa Família.

Esses beneficiários já haviam recebido por meio de depósito na poupança social digital entre os meses de novembro e dezembro. Os valores podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem.

Começando por esta segunda-feira, 11, cada grupo poderá retirar o dinheiro em um dia da semana. Veja abaixo:

  • Segunda-feira, 11 –  nascidos em maio
  • Quarta-feira, 13 – nascidos em junho
  • Sexta-feira, 15 – nascidos em julho

Segundo a Caixa, 3,6 milhões de beneficiários vão ter direito ao saque do auxílio emergencial nesta segunda semana de 2021. Os saques vão cair na segunda, quarta e sexta-feira.

Importante lembrar que os depósitos já foram realizados na poupança social digital, ou seja, as pessoas já podem ter acesso ao dinheiro direto pelo aplicativo Caixa Tem e assim fazer transferências para outras contas bancárias gratuitamente.

O depósito do auxílio emergencial na poupança social terminou em 29 de dezembro de 2020, mas as datas para liberação de saques e transferências seguem durante o mês de janeiro, até dia 27 deste mês. Neste dia, os aniversariantes de dezembro poderão sacar R$ 600, R$ 300 ou R$ 1,2 mil (mães de família) dependendo de qual parcela receberam anteriormente.

Posso receber quantas parcelas do auxílio emergencial?

Ao todo, a Caixa liberou nove parcelas do auxílio emergencial, a quantidade de parcelas total a que a pessoa tem direito depende do mês de cadastro em quando ela começou a receber o auxílio, veja abaixo:

  • Quem recebeu a 1ª em abril: 9 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª em maio: 8 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª em junho: 7 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª em julho: 6 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª a partir de agosto: 5 parcelas

Veja também: Senadores cobram Bolsonaro após fim do auxílio emergencial