Saiba como reduzir o estresse dos animais de estimação em datas festivas

Reunir a família e os amigos em casa nas férias é sempre bom, mas é que o cão ou o gato que mora no local está pronto para isso? Com a audição mais aguçada que a dos seres humanos, os animais de estimação podem se sentir ameaçados e machucar na hora de procurar um abrigo.

“Muitas casas não ter ninguém todo o ano e, de repente, você tem 20 pessoas. Os animais são confinados, ou mais agressivo, tentou proteger o meio ambiente”, diz o treinador e especialista em comportamento animal, Cleber Santos, proprietário do ComportPet.

Ele explica que a audição dos cachorros é dez vezes maior do que a dos seres humanos. Se o animal não está acostumado a fogos de artifício, por exemplo, vai ficar com medo, porque eles acham que o barulho está dentro do lugar onde ele está.

Permanecendo neste estado, o animal pode se machucar ao tentar fugir ou se esconder, entrar em compartimentos são de difícil acesso, ou, em casos extremos, se jogar da varanda de um prédio, por exemplo.

De acordo com Amanda Peres, veterinária área de Segurança e Confiança do DogHero, o som repentino de incêndios é o problema. “O objetivo é distrair o animal para que ele não preste atenção no ruído”, diz ele, aconselhando-o a deixar as janelas e cortinas fechadas para reduzir o som.

O treinador também faz um alerta para a criação do animal de estimação. “Alguns proprietários de proteger tanto os animais começar a criar alguns hábitos, perder a confiança, e começar a ter medo de qualquer barulho”, diz bell.

Portanto, é importante preparar o companheiro de quatro patas na medida certa. Confira abaixo algumas dicas para diminuir o estresse de seus animais de estimação durante as datas festivas:

“Ele precisa de alguém de confiança, o dono ou alguém que já foi”, orienta Amanda Peres. Deixando-o sozinho pode aumentar o estresse e o instinto de fuga. Se o animal é acompanhado, o veterinário recomenda que a pessoa não fica tensa com a situação do animal de estimação e para transmitir tranquilidade para ele.

Acostumar o animal com a situação

No caso dos fogos de artifício, o treinador diz que existem CDs que reproduzir o som do pop e pode servir para treinar os animais. Recomenda-se iniciar a formação de dois a três meses antes das festas.

Fechar portas e janelas

Fugir é uma das primeiras reações de animais de estimação quando eles estão com medo ou se sentem ameaçados. Os especialistas guia para bloquear as passagens para evitar possíveis acidentes. Além disso, a dica suaviza uma boa parte da fonte de som externa. Vale também abafar os ruídos do lado de fora com um som interno um pouco mais alto. Televisão ligada ou mesmo o ruído do ventilador de ajuda, de acordo com Amanda.

Para distrair o animal

Santos indica para interromper a alimentação do animal quando o ruído ou a reunião de pessoas para ocorrer. Isso vai tirar o foco dele e fazê-lo associar o som com algo positivo.

Cansado, o animal de estimação durante o dia

Como as comemorações ocorrem, geralmente, no período da noite, a dica favorece a tranquilidade na ocasião. “Ele terá menos energia para tentar fugir ou se machucar”, diz Santos.

Deixe o seguro de animal de estimação

Na tentação de fugir, é importante que haja um espaço para o companheiro para ser confortável. Pode ser a casa dele, ou um quarto onde você costuma ficar. Amanda direciona você para deixar os brinquedos ou comida para o próximo também, e tomar o caminho de qualquer objeto que possa machucá-lo. A coisa mais importante, segundo ela, é deixar o animal de estimação confortável, até ele se sentir seguro para sair, nunca forçá-lo.

Use uma coleira

O artefato pode ser considerado quando muitas pessoas se reúnem na casa. Cleber Santos direciona você para deixar o animal com uma coleira por cerca de 30 minutos, até que ele se torna mais tranquila e se acostumar com as visitas. Entretanto, é importante deixá-lo livre, não no seu colo, e apresentá-lo às pessoas, ou oferecer algum petisco para gerar uma associação positiva.

no caso dos gatos, é possível utilizar a mesma técnica, mas o especialista ressalta que o colar é uma questão de costume. “Os animais aprendem tudo pela repetição. Se ninguém põe (coleira de um gato), ele não vai gostar”, diz ele. Santos, guias, a tentativa de tornar o animal passar a situação antes de perceber que ele é seguro. “É acostumar o gato com coleira, alimentá-lo, quando alguém vem. O gato é muito confiável”, diz o treinador, que também recomenda nunca forçar os animais.

Dar calor nem sempre é o melhor

“Não é indicado, porque o animal vai entender que, quando você tem medo, você tem de volta. Ele vai ter mais e mais medo, só para fazer a volta”, explica Santos. A veterinária diz que pegar no colo pode transmitir ao animal de estimação a mensagem de que ele realmente está em perigo e precisa ser protegido. “Você pode fazer para cuidar, mas precisa deixá-lo solto no ambiente, não tirá-lo do espaço”, diz ele.

Medicamentos

A possibilidade de dar tranquilizantes para animais de estimação deve ser considerada apenas em casos graves, de acordo com Amanda. “Só se o animal passou em consulta e o veterinário prescreveu. Para sedar ou torná-la mais tranquila, apenas no caso de ele ser muito agressivo ou perturbado”, diz ele. Santos alerta que alguns animais podem ter problemas no coração e o remédio causar uma parada cardíaca.

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