Vice-prefeito de João Pessoa diz que nunca recebeu uma doação da JBS e ciente do processo

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O vice-prefeito de João Pessoa e ex-deputado federal Manoel Junior (PSC), um dos alvos da investigação da Polícia Federal na operação de Capitu, de que o Lava-Jato, lançou ontem (9) com o cumprimento do mandado de busca e apreensão em seu apartamento, disse que está ciente do processo e nunca recebeu uma doação da JBS.

As investigações tomar como base a delação premiada Lúcio Bolonha Funaro, que apontou a supostos pagamentos de propina a servidores públicos e agentes políticos atuando direta ou indiretamente no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (mapa) em 2014 e 2015. O alvo principal da Operação de Capitu é o vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), que, na época, foi o responsável pela pasta, no governo Dilma Rousseff (PT).

A Polícia Federal divulgou que as taxas foram destinados a promover os interesses de empresários de um grande grupo empresarial do ramo de processamento de proteína animal.

Por meio de nota, Manoel Júnior, que é suspeito de envolvimento em um suposto esquema para receber subornos, ele explicou que seus advogados estão trabalhando para resolver, em Brasília, para buscar informações sobre o processo, e que, depois de ter acesso aos registros, vai fazer com que a nova demonstração pública. Confira a nota:

Em referência às notícias veiculadas sobre o mandado de busca servido na propriedade de minha propriedade, na manhã desta quinta-feira (09), o que, frívola e irresponsável, e colocar sob suspeita no exercício da minha atividade parlamentar como deputado federal, eu vim para o público, por meio deste, de mim posição:

1 – Segundo soube pela imprensa, a ação foi derivada a partir de provas em colaboração prêmio do Sr Lucio Funaro.

2 – eu Não sei, eu não tenho, nem nunca teve qualquer tipo de relação com essa pessoa.

3 – Nunca recebeu uma doação ou qualquer espécie de contribuição da EMPRESA para o meu campanhas.

4 – Meus advogados estão trabalhando para resolver, em Brasília, para buscar informações sobre o processo, eu não sei.

5 – Depois de ter acesso aos autos, ciente das circunstâncias que levaram a essa ação abusiva, eu vou fazer a nova manifestação.

6 – Em funções públicas aqui e na minha vida privada, nunca participou de qualquer ato fora da lei. A sensação é de absoluta indignação. Por outro lado, confiante na Justiça, coloco-me inteiramente à disposição de todas as Autoridades para qualquer esclarecimento, em busca da verdade, que irá mostrar, sem dúvida, que não há ato ilícito foi cometido por estar no exercício de minhas funções.

7 – eu Digo, com serenidade e segurança, e que o meu atividades dos parlamentares nunca excedeu os limites legais. Manter a paz de espírito de quem não deve. As investigações irão demonstrar que quaisquer acusações contra a minha pessoa, que eu não sei, repito, serão devidamente respondidas por provando que nenhuma irregularidade praticada.