O MPF permite videoconferência para depoimento de testemunhas no julgamento para o abate-casa na Espanha

O ministério Público federal (MPF), tomou para si a tarefa de notificar três testemunhas, e para tornar possível a videoconferência para a recolha de evidências a avaliação que foi realizada na Espanha, na quinta-feira (25), referindo-se ao caso que ficou conhecido como “a Matança de Pioz”. O crime ocorreu em 2016, e matou a família da paraíba: Janaina Diniz, Marcos Nogueira e dois filhos do casal – todos os assassinado pelo réu admite Francisco Patrick Nogueira, um parente das vítimas.

Testemunhou, na manhã de quinta-feira, na sede do MINISTÉRIO, em João Pessoa (PB): Deyse Danyelle Santos, Américo (irmã Janet), Wilton Diniz Américo (pai de Jamie), Victor e Lincoln Araújo Tavares, um amigo Marvin (com quem o réu mensagens trocadas durante o crime, por Whatsapp).

“O papel do MPF foi a mediação, por meio de vídeo-conferência, os depoimentos das testemunhas e ajudar no trabalho da Justiça de Espanha. Tudo foi como esperado, e as oitivas são realizadas com sucesso”, declarou o procurador-chefe do MPF no estado da Paraíba, Marcos Queiroga.

Vídeo-conferência, que se tornou possível pela Secretaria Nacional de Tecnologia da Informação e Comunicação do MPF, com o apoio do instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC) do MPF no estado da Paraíba, com início às 9 da manhã e término às 13 horas.

Redação com Paraíba Já

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