Lavar JATO: a Operação cumpre os mandatos de hoje na Paraíba, o deputado federal é investigada

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A Polícia Federal (PF) está cumprindo ordens judiciais de Operação de Capitu, na manhã de sexta-feira (9), no estado da Paraíba, em mais um desdobramento da Operação Lava Jato no país. Os agentes cumprem com 63 mandados de busca e apreensão e 19 mandados de prisão temporária em quatro estados: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso.

Um deputado federal da Paraíba, na época dos fatos, teria recebido r$ 50 mil para o grupo para tentar promover a federalização das inspeções sanitárias frigoríficos, por meio de uma emenda, o objeto de que tinha uma natureza completamente diferente do âmbito de aplicação da medida provisória nº. 653/2014 em que ele foi inserido.

A Operação de Capitu, que investiga o pagamento de propina a servidores públicos e agentes políticos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) de uma grande empresa de produtos alimentares, entre 2014 e 2015. Por outro lado, o benefício legislavam e produzido atos normativos que beneficiou a empresa.

O funcionamento é baseado na delação de Lúcio Bolonha Funaro. De acordo com a PF, tem sido identificados com as actividades de uma organização criminosa dentro da Câmara dos Deputados e no Mapa, integrada por empresários e executivos do grupo empresarial.

O grupo fez os pagamentos em troca de atos de ofício que foram prejudiciais para a concorrência e eliminar as barreiras para a atividade econômica, possibilitando a constituição de um monopólio de mercado.

As taxas que foram negociadas, de modo geral, com um deputado federal e entregue a agentes políticos e servidores do Mapa pelo operador Lúcio Bolonha Funaro.

Entre os atos de ofício praticados pelos servidores do Mapa, destacam-se a expedição de atos normativos, determinando a regulamentação da exportação de despojos; a proibição do uso da ivermectina longo prazo; e a federalização das inspeções de geladeiras.

O grupo empresarial teria pago us$ 2 milhões para a regulamentação da exportação de despojos e cinco milhões, pela proibição do uso de ivermectina a longo prazo.

Em adição ao tratamento do membro do paraíba teria sido também, por parte do grupo empresarial, o financiamento ilegal de campanha de um deputado federal para a Presidência da Câmara dos Deputados, em troca do atendimento dos interesses das empresas do grupo no Mapa. Foram solicitados$ 30 milhões para este tipo de financiamento.

Deste total, o deputado teria destinados us$ 15 milhões, para um deputado federal mineiro do seu partido, tendo a transportadora de mineração de seu partido recebeu parte do valor, após a lavagem do dinheiro. Esses valores teriam sido depositados pelo grupo em contas bancárias de seis escritórios de advocacia, que teria transferido os valores lavados para os beneficiários finais, conforme determinado pelo deputado federal mineiro e o operador, também deputado federal.

Esses escritórios de advocacia teria faturas emitidas frio, como se nunca tivessem sido qualquer prestação de serviço às empresas do grupo. Uma das maiores cadeias de supermercados do país também teria integrado a engrenagem de lavagem de dinheiro, decorrentes do regime, passando para os destinatários finais dos valores ilícitos em numerário e de contribuições “oficial” da campanha.

O total de doações “oficial” das empresas que estão vinculadas e gerido por um empresário do ramo de supermercados, nas eleições de 2014, que totalizaram quase us$ 8,5 milhões.

Durante as descobertas, houve clara evidência de que os empresários e colaboradores do grupo investigado, inicialmente, agindo em colaboração prêmio com a PF, teria cometido atos de obstrução da justiça, o que dificulta a investigação criminal, com o objetivo de desviar o PF da linha de investigação adequados para o correto esclarecimento dos fatos. Assim, o nome da operação, “Capitu”, que é o personagem disfarçado a obra-prima de Machado de Assis, Dom casmurro.

Os envolvidos devem ser indiciados pelos crimes de constituição e participação em organização criminosa, a obstrução da justiça, corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro, entre outros.

Se houver condenação, as penas máximas podem variar entre 3 e 120 anos de prisão, na proporção da participação de cada um dos investigados.

Com O Paraná Portal