A reitoria da UEPB emite nota sobre as ações de patrulhamento ideológico e político de Organização

Antes de relatar os casos de patrulhamento ideológico e político sofrimento por parte de professores, estudantes e funcionários administrativos dentro da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), levando, inclusive, em que a auditoria do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) nas salas de aula do Instituto, a Administração Central da UEPB trazer a público mostra que a troca de idéias na Universidade, em relação a qualquer coisa nas teses, temas, ou até mesmo de aplicativos, que você não pode controlar, em qualquer caso, o tribunal de justiça.

Isso faz parte da autonomia da Universidade, consagrados na Constituição de 1988. O artigo 207 da Constituição prevê um claro sobre este assunto, quando diz que as universidades gozam de autonomia didático-educacional. Que é, o que é discutido especificamente na classe em uma discussão sobre o espaço, é da exclusiva responsabilidade do professor ou do professor responsável pelo componente curricular, evento, ou debate. É assim, ninguém é capaz de limitar essa liberdade.

Tais ações são caracterizadas como uma patrulha ideológica e política são revelados a ser imoral, e ir além do limite da legalidade, porque mesmo os agentes da Justiça Eleitoral são regidos por legislação própria, quando se trata de prospecção. Eles são fiscais da propaganda eleitoral, e para estar na sala de aula, através da visualização de um vídeo, discutir um tópico, troca de ideias ou discutir algum do texto não tem nada a ver com a propaganda eleitoral, não se caracteriza de forma alguma, como propaganda eleitoral, é muito menos irregular. Este é um debate acadêmico no espaço da Universidade.

No âmbito da Universidade, onde uma pluralidade, de várias ideias e pensamentos, condenamos qualquer tipo de restrição da liberdade de expressão das pessoas. O gabinete do Provedor de justiça e a Procuradoria-Geral da Organização elegíveis para receber e averiguarem qualquer queixa relacionada com esta questão, que indica as medidas legais necessárias para a garantia da livre expressão de todos os cidadãos. Aconselhamos que qualquer um que se sentiu impedido de expor a sua mente para recolher todas as possíveis evidências dos fatos e envolver os corpos para que as medidas necessárias sejam adotadas.

Antonio Guedes Rangel Junior

Reitor

 

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