Obras e intervenções da Prefeitura de João Pessoa amenizam impacto das chuvas na comunidade Três Lagoas

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O inverno deste ano está sendo mais tranquilo para os moradores da comunidade Três Lagoas, localizada no Jardim Veneza, resultado das obras e intervenções que vêm sendo realizadas pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), no local. Os trabalhos incluem a instalação de um novo sistema de drenagem, além da desobstrução e desassoreamento das lagoas, executados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra) e pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil.

A secretária da Seinfra, Sachenka da Hora, explica que a mudança do sistema de drenagem envolve a substituição de uma tubulação de 800 milímetros por outra com a capacidade de 1.500 milímetros, o que vai duplicar a vazão das águas, para que elas possam ser redirecionadas para o Rio Jaguaribe. “Quando finalizada, essa obra vai acabar de vez com os alagamentos na região”, disse. A previsão de conclusão é para o final de novembro, no entanto, os primeiros impactos já estão surtindo efeito na vida dos moradores.

“Além dessa obra, a Prefeitura de João Pessoa também vem realizando outras ações, que são a limpeza das lagoas, o desassoreamento e desobstrução dos poços de visitas, aumentando a vazão da passagem da água, o que vem surtindo efeito, ou seja, evitou alagamentos. A obra é bem maior, mas a gente já consegue ver que não houve impacto das chuvas na área da comunidade”, comentou Sachenka da Hora.

O coordenador da Defesa Civil, Noé Estrela, explica que as obras de escavação da terceira lagoa, que fica próxima do viaduto Ivan Bichara, também fazem parte do projeto completo de ampliação da rede de escoamento das Três Lagoas e colaboraram para que não houvesse alagamentos na comunidade, mesmo com o grande volume de chuvas registrado nesse inverno na Capital.

“Essa lagoa estava bem assoreada, então o nível da água estava quase acima da primeira lagoa, com isso, a água não estava passando para fazer a ligação de uma para outra. Fizemos uma escavação, retiramos muito material, por isso que um eventual acúmulo de água que poderia acontecer na primeira lagoa, perto da comunidade, não aconteceu. Porque a água fica onde a gente está fazendo a escavação”, afirmou.