Missas celebram sétimo dia da morte da pedagoga Livaneide Guedes

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Missas celebram sétimo dia da morte da pedagoga Livaneide Guedes
Missas celebram sétimo dia da morte da pedagoga Livaneide Guedes

Familiares e pessoas do vasto círculo de amizades participam hoje às 17h na Igreja Santa Júlia, na Torre, em João Pessoa, da celebração da missa de sétimo dia pela morte da pedagoga Livaneide Guedes, 47 anos de idade, que faleceu vítima de complicações orgânicas no hospital da Unimed, sendo sepultada na cidade de Cajazeiras, onde nasceu. Outros atos religiosos serão celebrados na capital e em Cajazeiras. Filha de Joaquim Nonato de Aquino (in memoriam) e Josefa Guedes de Aquino, radicada em Cajazeiras, irmã dos jornalistas Lenilson Guedes, Linaldo Guedes e , Livaneide era a “caçula” de um “clã” de nove irmãos, destacando-se ainda Fátima Aquino, Laudeci Aquino, Laudeni Monteiro, Lenilda Guedes e Laura Guedes. Era casada com o agente de mobilidade urbana da Semob da prefeitura de João Pessoa, Eliezer Luiz Silva. O casal não tinha filhos.

Livaneide era pedagoga no Centro de Referência de Inclusão da Pessoa com Deficiência, de 31 de janeiro último até sua morte, especialista em educação inclusiva e transtorno de desenvolvimento do espectro autista. Foi professora e atuante como pedagoga na Escola Municipal Berenice Ribeiro Coutinho, na cidade de Bayeux, ministrando atendimento pedagógico especializado. O agente da Semob Eliezer Luiz Silva, que ressalta a convivência “extremamente afetiva, carinhosa” com Livaneide, também menciona como qualidade gratificante e valiosa do perfil de Livaneide sua profunda preocupação com as crianças autistas e crianças especiais, de um modo geral. Desse ponto de vista, lembra que ela sempre procurou não somente interagir como professora mas, sobretudo, como pessoa humana, “transmitindo toda a carga de amor e solidariedade que tinha para com esses seres extraordinários”.

O interesse pela inclusão social demandou constantes pesquisas por parte de Livaneide acerca da problemática, sempre interessada em se atualizar sobre os mais distintos ângulos do tema, como forma de se qualificar melhor para atender às crianças carentes – depõe a mana Lenilda Guedes, que trabalha atualmente na cidade de Cajazeiras. Idêntico reconhecimento foi manifestado, também, pela psicóloga Bernadeth Guedes, casada com o jornalista , acrescentando que “era empolgante, cativante, a forma com que Livaneide cuidava das crianças e a sua criatividade em descobrir fórmulas alternativas para agilizar tratamentos e formas de atendimento, daí o fato de estar sempre envolvida com a coleta de subsídios que pudessem complementar sua formação didática, que passava, também, pela Enfermagem”. Professores, alunos e representantes do “Creis” de Bayeux, que compareceram ao velório da pedagoga Livaneide Guedes em João Pessoa, anunciaram o propósito de homenageá-la no ambiente de trabalho, com a denominação de “Professora Lili”, como era mais conhecida, à sala em que dava expediente na cidade da região metropolitana de João Pessoa. Livaneide registrou passagem, também, pelo hospital Jesus de Nazaré, em João Pessoa e tinha, também, vasto conhecimento geral, com domínio de temas que iam da Educação a preferências por estilos musicais e artistas.

– Ela simbolizava para todos nós um valioso grão de areia, na verdade, uma Mulher na verdadeira acepção da palavra, que muito cedo teve conhecimento dos dramas existenciais e, em particular, de dramas vivenciados por crianças, a quem transmitia todo o afeto e toda a carga amorosa que potencializava em sua mente. A precocidade no domínio de informações essenciais sobre o cotidiano foi-lhe extremamente significativa para balizar as iniciativas que sempre procurou colocar em prática para atender a pessoas e famílias carentes. Era uma figura muito iluminada e sua morte ainda hoje provoca impacto no círculo das pessoas que a conheceram – revela o jornalista .

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