Marmuthe apresenta projeto para acolhimento humanitário e afetivo de bebês recém-nascidos órfãos

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O Projeto de Lei (PL) 548/2021, apresentado na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) pelo vereador Marmuthe Cavalcanti, visa implementar na Rede de Saúde do Município o projeto denominado “Hora do Colinho”, a fim de que os recém-nascidos órfãos ou que estão privados da presença materna possam ter acolhimento humanizado com base nas técnicas de Protocolo Operacional Padrão (POP), voltados ao relaxamento por meio de “colinho terapêutico” oferecido pela equipe multiprofissional competente.

De autoria da enfermeira da maternidade pública Frei Damião, Mariluce Ribeiro de Sá, o projeto tem como principais objetivos: proporcionar momentos de relaxamento e acolhimento para o recém-nascido; diminuir a ausência materna/paterna ou familiar, o estresse e a sensação de dor; como também proporcionar ao recém-nascido e/ou lactente um cuidado mais humanizado e com condições que favoreçam a sua melhor recuperação. A iniciativa tem sido destaque na mídia local e nacional, com reportagens especiais.

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“É preciso garantir que técnicas inovadoras, humanizadas e alternativas sejam fomentadas nas unidades de saúde, de modo que o ambiente hospitalar se torne mais leve e apto a acolher com conforto e tranquilidade o público que dele necessita, em especial, os bebês, que naturalmente já dispõem de maior sensibilidade quanto à perturbações, sensações e dores. A louvável iniciativa da enfermeira Mariluce demonstra a qualidade técnica do corpo profissional do nosso Estado, que merece ser destacado e valorizado diante da forma desprendida com a qual se doam à vocação do cuidado ao próximo”, disse Marmuthe.

Segundo o PL 548/2021, o projeto “Hora do Colinho” poderá ainda ser estendido, de modo subsidiário e a depender da disponibilidade de quadros técnicos da unidade hospitalar, a todos os bebês recém-nascidos, desde que não inviabilize os profissionais habilitados de exercer as demais funções as quais lhes são competentes. Já os estabelecimentos que adotarem a técnica poderão anexar cartazes informativos e publicitários em suas dependências, e em quaisquer outros locais públicos ou privados, a depender da autorização própria competente, se preciso, a fim de difundir o projeto, seus benefícios, e torná-lo conhecido da sociedade em geral.

“Existem estudos que dizem que o colo melhora a sensação da dor e de sua duração, diminuição da frequência cardíaca com consequente sensação de relaxamento e até mesmo ativação de genes envolvidos no metabolismo e no sistema imunológico. Os bebês, por estarem em um ambiente hospitalar, muitas vezes se sentem sozinhos, por impossibilidades de os pais os acompanharem em tempo integral ou receberem visitas, devido à pandemia ou por terem sido abandonadas. A demonstração de afeto através do colinho terapêutico ameniza o estresse e facilita a recuperação”, explica a enfermeira Mariluce Ribeiro de Sá.

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