Governo Federal amplia estoque e aguarda mais 15,8 milhões de doses contra covid-19

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Foto: Reprodução

O Ministério da Saúde engrossou o estoque de vacinas contra a covid-19 em 11,6 milhões de doses em uma semana e, com isso, manteve os repasses aos estados. Deste total, 5 milhões são da AstraZeneca e foram enviadas pela Fiocruz, 4,2 milhões são da CoronaVac foram produzidas pelo Butantan e outras 2,4 milhões da Pfizer chegaram em três voos diferentes.

Para os próximos dias, a expectativa é de chegada de mais matéria-prima para a fabricação de 15,8 milhões de fármacos. A Fiocruz informou que aguarda, para quarta-feira (23), outra carga de IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) para fabricar cerca de 5,8 milhões de doses. Com o reforço, segundo a fundação, as entregas semanais estão garantidas até 16 de julho.

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O Instituto Butantan também prevê a chegada de mais 6.000 litros de insumos até o final deste mês. A remessa permitirá envasar mais 10 milhões de doses da CoronaVac. 

O número de doses deverá aumentar com a chegada de mais vacinas da Pfizer, que são inteiramente fabricadas fora do Brasil. Ao todo, o Brasil deve receber 12 milhões de doses em junho (parte disso já desembarcou por aqui) e outros 15 milhões em julho, conforme projeção do Ministério da Saúde. 

Neste sábado (19), o Brasil deverá atingir, oficialmente, a marca de 500 mil mortes em decorrência da covid-19. Até ontem, foram 498.499 óbitos no país, de acordo com o governo federal.

De acordo com o Ministério da Saúde, as entregas dessas doses que chegaram na semana passada já começaram na quinta-feira (17) e estão a caminho do DF e dos estados. São mais 4,2 milhões de vacinas, sendo 1,8 milhão de doses da CoronaVac e 2,3 milhões de doses da Pfizer.

O objetivo é garantir a cobertura do esquema vacinal no tempo recomendado de cada imunizante, que, no caso, da Pfizer e AstraZeneca, é de 12 semanas entre as doses. No caso da CoronaVac, o intervalo é de 4 semanas.

No caso dessa entrega, o ministério orientou as secretarias estaduais a usar as vacinas da Pfizer para primeira dose e, no caso da CoronaVac, recomendou a fazer reserva para a segunda dose.

Quanto às doses da AstraZeneca, entregues em junho, o ministério, o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e o Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde) combinaram de guardá-las a fim de completar os esquemas iniciais já iniciados e que possuem vencimento em breve.

Com ClickPB