EXTRA: para 55 anos, pai de Fernando Collor de matar um senador no Congresso

Os senadores Arnon de Mello Silvestre Péricles de Goés Monteiro, se desentendiam com frequência no Congresso, em uma tentativa de medir as forças – ambos tinham Alagoas como o estado de origem.

Resultado de imagem para collor e pai

Em 4 de dezembro de 1963, o Arnom abriu os trabalhos com a seguinte frase: “o sr. presidente, com a permissão de Vossa Excelência, eu vou manter a frente para o senador Silvestre Péricles de Góes Monteiro, que me ameaçou com a morte”.

Silvestre não aceitou a merda do seu inimigo político e atacou verbalmente Arnom, que atraiu um revólver e disparou várias vezes. Nenhum dos tiros atingiu Silvestre, que também estava armado, “mas, se jogou no chão e se arrastou entre as filas de cadeiras com seu revólver na mão”, como relata reportagem do Jornal do Brasil.

Dois tiros, no entanto, bateu a marca, José Kairala, o senador para o PSD do Acre, que, juntamente com João Agripino, tentou parar a luta. Kairala, 39, substituído José Guiomard, do mesmo partido. Foram suas últimas horas como um senador – gostaria de voltar ao escritório no dia seguinte para o titular. Ele foi baleado no abdômen na frente do filho pequeno, da esposa e da mãe, que o prestigiavam no último dia de trabalho. Embora tenha sido tomado cuidado de, Kailara morreu no mesmo dia, algumas horas mais tarde.

Resultado de imagem para Há 55 anos, pai de Fernando Collor matou um senador dentro do Congresso

Pressionados pela população, o restante dos parlamentares, adotado por 44 votos a 4, a prisão de dois companheiros de atiradores. Apesar do flagrante, como é hoje, os outros senadores tinha que dar o aval para que o Arnom e Silvestre foram presos. Não leva muito tempo para ser lançado, e, em 1964, que foi declarado inocente pelo Tribunal do Júri de Brasília.

Depois de sair da prisão, o Arnom era nomeado novamente, em 1970, para o mesmo cargo que ocupou antes. E, quando ele morreu, em 1983, representou ainda o estado de Alagoas no Senado.

Fonte: br.noticias.yahoo.com

VEJA TAMBÉM:

Carta aberta ao Theresa Collor, o Senador Renan Calheiros

Deixe uma resposta