“Eu não sei se é um Adeus, ou até breve”, diz Cássio Cunha Lima para ser o candidato a prefeito de CG, depois de deixar o Senado

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“Não sei se é um Adeus, ou até breve”, diz Cássio Cunha Lima sobre ser candidato a prefeito de CG, após deixar o Senado
“Não sei se é um Adeus, ou até breve”, diz Cássio Cunha Lima sobre ser candidato a prefeito de CG, após deixar o Senado

Em entrevista à Rádio Correio FM, nesta quarta-feira(26), o senador Cássio Cunha Lima(PSDB) fez um balanço de suas atividades em oito anos de mandato. Surpreso com o resultado das eleições, desde que as pesquisas colocá-lo em primeiro lugar e na cédula de votação, ele estava em quarto lugar, Cássio diz que sua derrota é devido a situação na região, no Nordeste, destacando que a maior parte dos eleitos na região são partidos ligados ao PT.

Para ilustrar, ele citou o exemplo do senador da paraíba, Lindbergh Farias(PT-RJ), que também não foi re-eleito. “Estas são questões de circunstâncias regionais. No Sul e Sudeste são as regiões que têm rejeitado os governos do PT. Talvez se Lindbergh tinha saído candidato aqui na Paraíba, ele havia sido re-eleito. Se eu fosse um candidato no Rio de janeiro e de São Paulo, teria sido capaz de se re-eleger”, comparou.

Cotado para ser candidato a prefeito de Campina Grande, nas eleições de 2020, o tucano salienta que a antecipação da escolha do nome é precipitada, no entanto, diz que vai pensar na possibilidade de que, após o final do mandato no Senado, a partir do próximo ano. “Eu não sei se eu estou dizendo um adeus ou um até breve, em relação à disputa das eleições. O tempo vai dizer”, frisou.

Cássio lembrou que o sonho de seu pai, o ex-governador Ronaldo Cunha Lima, foi vê-lo um dia, governador do estado da Paraíba. O tucano foi questionado se este seria também um sonho, com respeito a seu filho, o deputado federal Pedro Cunha Lima(PSDB). “Esse sonho não tem que ser meu, mas sim da Paraíba. Se a Paraíba decidir, de acordo com o perfil de alguém como Pedro, que tem um firme compromisso com a educação[…] Peter tem uma visão muito clara do estado, sendo um defensor da luta privilégios”, falou.

“Se essas idéias se dá com o sentimento da maioria da população, não será o desejo de um pai que vai fazer alguém governador”, concluiu Cássio Cunha Lima.

Escrito com a Ligar SC

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