Empresários investigados pela pf em pb prisões temporárias traduzido em preventiva

Dois empresários estão sendo investigados pela Polícia Federal no âmbito da Operação ou Recorrência, e tiveram suas prisões temporárias convertido em preventiva. Ednaldo de Medeiros Nunes (Casa) e José de Medeiros Batista (Caetano) agora tem um prazo para o lançamento, após a análise dos elementos de prova recolhidos com o início da Operação de Recorrência. Além disso, foi decretada nova prisão preventiva para Madson Fernandes Lustosa, pela prática de outros factos criminosos.

De acordo com as provas, os três trabalharam em falsificação de documentos coleção de técnicas para fraudar pelo menos três propostas (no Brejo do Cruz, Emas e Bovinos selvagens). De acordo com investigação do Ministério Público Federal e Polícia Federal, a fraude em três municípios da paraíba tem gerado uma perda de mais de us$ 11 milhões.

De acordo com o juiz da 14ª tribunal Federal em Patos, se o acusado permanecer livre, existe o risco de continuar operando o esquema criminoso. A decisão visa garantir a ordem pública e a ordem econômica, para evitar a reiteração criminosa.

Ainda de acordo com a Justiça, são caracterizados os pressupostos fundamentais para o decreto de custódia dos três (a existência do crime e indícios de autoria), além de denúncias de crimes têm pena superior a quatro anos.

Bandido – empresário Joilson Gomes da Silva, que tem contra ele um mandado de detenção pré-julgamento, continua foragido.
As prisões preventivas – Além de Madson, Casa e Caetano, Marcodes Edson Lustosa Félix, conhecido como Duda (pai de Madson); Charles Williams Marques de Moraes (advogado); Dineudes Possidônio de Melo, Francisco de Assis Ferreira Tavares (vereador Teixeira, conhecido como Assis Catanduba) e Diângela Oliveira Nóbrega (consultor de projetos) continuam a ser preso preventivamente, não há prazo para a liberação.

De acordo com o MPF e a Polícia Federal, todos têm envolvimento com o esquema que resultou na Operação de Recorrência. Os outros presos temporários foram lançadas, a pedido do MPF.

Redação com Portal do Litoral

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