Efraim prevê 15 votos na bancada em apoio à prorrogação de mandatos

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Efraim prevê 15 votos na bancada em apoio à prorrogação de mandatos
Efraim prevê 15 votos na bancada em apoio à prorrogação de mandatos

O deputado federal Efraim Filho, do Democratas, coordenador da bancada da Paraíba, prognosticou, ontem, que os 15 votos do Estado serão favoráveis à prorrogação de mandatos de prefeitos e vereadores, conforme Proposta de Emenda Constitucional em discussão no Congresso, de autoria do deputado federal Rogério Peninha Mendonça, do MDB-SC. A PEC prorroga os mandatos municipais até 2022 a pretexto de unificar as eleições gerais no país, tese com a qual o deputado Efraim Filho concorda. “É com o sentimento de mudança e melhorias que junto com a bancada marcharemos unidos em prol dessa causa”, frisou o parlamentar. A bancada federal da Paraíba compõe-se de 12 deputados e três senadores.

Nos círculos políticos, a partir de Brasília, espalha-se a versão de que a prorrogação de mandatos e, sobretudo, a unificação das eleições gerais, traria uma economia de mais de R$ 1 bilhão no país, considerando-se apenas o primeiro turno das eleições de 2020. A Federação das Associações dos Municípios da Paraíba promoveu um encontro em Campina Grande em que ficou patente o seu apoio à articulação das lideranças municipais para a consecução da prorrogação. O prefeito de Campina, Romero Rodrigues, que foi reeleito em 2016, chegou a dizer, na reunião da Famup, que os recursos públicos que seriam destinados às campanhas poderão, caso a PEC venha a ser aprovada, ser canalizados para setores essenciais como Saúde e Educação.

O presidente da Federação das Associações dos Municípios, George Coelho, prefeito de Sobrado, está confiante na aprovação da PEC da prorrogação. A Paraíba conta com 223 municípios e, conforme os cálculos da Famup, todos os prefeitos, vices e vereadores assinaram o manifesto articulado pela Federação em apoio à Proposta de Emenda Constitucional. George Coelho procurou assim justificar a sua posição favorável plenamente à proposta: “Decidimos fazer esse movimento porque sabemos que eleições de dois em dois anos atrapalham, principalmente, as gestões. Nós, prefeitos, somos obrigados a parar, ficamos sem poder realizar convênios, fazer licitações e até receber emendas parlamentares. Daí porque considero interessante que trabalhemos no sentido de unificar as eleições”.

 

 

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