DEU NO EL país: uma investigado por fraude ambiental de comando Ambiente de bolsonaro

Suportado por entidades ruralistas e presidente do Movimento Endireita Brasil, o advogado Ricardo de Aquino Salles vai dirigir o Ministério do meio Ambiente, a partir de janeiro. O anúncio do ministro, o que conclui a Esplanada dos Ministérios de Jair bolsonaro foi feito pelo presidente-eleito na tarde de domingo. Salles, que já foi secretário particular do ex-presidente, Geraldo Alckmin, e ele também ocupou a pasta do meio Ambiente de São Paulo, durante o Governo do tucano, foi sendo citado no outro dia como um nome para a posição. O futuro ministro é alvo de ação de improbidade administrativa, acusados de manipulação de mapas para a gestão ambiental do rio Tietê, e, durante a campanha eleitoral deste ano, chegou a sugerir o uso de munição de fuzil contra a esquerda e o MST.

A escolha de Salles jogar mais combustível na controvérsia envolvendo um sector crucial para o Governo do bolsonaro, um crítico do que chama de “exageros” na legislação ambiental. As decisões já sob a influência da futura gestão, tais como a retirada da candidatura do Brasil para sediar a próxima Conferência sobre Mudanças Climáticas da ONU no ano que vem, o COP25, atrem holofotes nacionais e internacionais para o setor. Depois de ganhar as eleições, bolsonaro chegou a anunciar que fundiria os ministérios da Agricultura, que será comandada a partir do ano que vem pela deputada brasil Tereza Cristina) e do meio Ambiente, a ação de redução da máquina pública, mas que também, segundo os críticos, pode esvaziar a pasta que agora controla o Ibama e o ICMbio, agências de supervisores. Durante a campanha, o então candidato e seus emissários fez várias críticas ao que chamam de “indústria da multa” desses órgãos. Bolsonaro chegou a defender a necessidade de “tomar o Estado do cangote de quem produz”. No entanto, a reação negativa dos setores de exportação e ambientalistas, o presidente recuar da proposta. Bolsonaro decidi reformular o Ministério do meio Ambiente, e reduzir algumas posições.

A manutenção da pasta não acalmou os ânimos. Para a organização ambientalista, o Observatório do Clima, a indicação do novo ministro mostra que segue viva a ideia da subordinação do Ministério do meio Ambiente para o Ministério da Agricultura. “Se, por um lado, contorna o desgaste que poderia ter com a extinção formal da pasta, garante que o Ministério do meio Ambiente não será, pela primeira vez desde a sua criação, em 1992, uma estrutura independente no Terraço. O ministro vai ser um ajudante-de-campo do ministro da Agricultura. O ruralismo ideológica, assim, comprometer o agronegócio e moderna – que pagará o preço quando os mercados próximos para nossos produtos”, argumenta a dura nota da entidade.

Ricardo Salles é acusado de quebrar as leis ambientais. Desde 2017, é alvo de uma ação judicial pelo Ministério Público de São Paulo, sob a acusação de alterar ilegalmente o plano de manejo de uma área de proteção ambiental, na Planície de inundação do Rio Tietê”, com a clara intenção de beneficiar os setores econômicos”. “Eu sou ré, mas nenhuma decisão foi feita contra mim. São todos favoráveis a mim. Todas as testemunhas foram ouvidas, todas as provas produzidas e o processo é a conclusão da sentença, pode ser condenado a qualquer momento. Todas as testemunhas ouvidas, de funcionários do governo e de fora, corroboraram a minha posição”, disse Salles para o web site do programa Globo Rural a poucos dias atrás.

Além disso, Salles, foi alvo de um inquérito civil trouxe também pelo Ministério Público de São Paulo no último mês de janeiro, para determinar se ele cometeu improbidade administrativa ambiental para determinar a remoção do busto do guerrilheiro e ex-capitão do Exército Carlos Lamarca, que foi instalado no Parque Estadual do Rio Turvo, em São Paulo, quando comandado pelo secretário de estado do meio Ambiente. O pedestal sobre o qual estava a estátua teria sido demolida por ordem de Salles, em agosto do ano passado. “Recurso de compensação ambiental não tem sido feito para colocar o busto no parque, como eles fizeram lá. Ainda mais de uma pessoa que foi um criminoso, independentemente, do lado da ideologia”, argumentou na época.

Salles, cuja nomeação por Alckmin gerou críticas até mesmo dentro do PSDB, fez sua estreia na política, candidatando-se a deputado federal pelo Partido Novamente, nas últimas eleições, mas não conseguiu ser eleito. Durante a campanha, sugeriu em redes sociais o uso da munição do rifle 3006 (o mesmo número que você escolheu para usar a urna) “contra a praga do javali” e “contra a esquerda e o MST”. A publicação causou a revolta, e deu um aviso do partido no Twitter, que disse não compactuar “com qualquer implicação ou de glorificar a violência de qualquer tipo, contra qualquer pessoa”. As críticas do novo ministro para a esquerda são os antigos. Há 12 anos, quando o ex-presidente Lula venceu a eleição, apesar das denúncias de Corrupção, ele participou da criação do Movimento Endireita Brasil, que visa reabilitar este sector ideologia no país.

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