Clube de Regatas do Flamengo é vítima de jornais antes da grande final

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Clube de Regatas do Flamengo é vítima de jornais antes da grande final
Clube de Regatas do Flamengo é vítima de jornais antes da grande final

O Clube de Regatas do Flamengo foi vítima de jornais esportivos que informavam a proibição da expressão “festa na favela” em suas redes sociais.

O diretor-geral da empresa de publicidade, Marcelo Gorodicht, negou a proibição e falou em veto. O Flamengo também negou o veto por meio de seu diretor de comunicação.

O termo “Festa na favela” é muito utilizado por torcedores do clube carioca, tendo até música e ritmo para expressar a quantidade de torcedores rubro-negros que moram ou viveram nas favelas do Rio de Janeiro.

O presidente da empresa contratada pelo Flamengo disse o seguinte:

“Desde que assumimos a conta, apesar de respeitar e enxergar muitas qualidades na linha de comunicação adotada até o final do ano passado, houveram (sic) algumas alterações por nós propostas e implementadas. Uma delas foi a mudança do slogan “ Isso aqui é Flamengo” por “ A Maior Torcida, o Maior do Mundo” que vem assinando nossas peças. Essa alteração é porque reconhecemos ser a nossa torcida o nosso maior patrimônio e é por causa dela, que podemos nos considerar os maiores do mundo. A nossa torcida é tão grande e tão plural que abrange tudo e todos , em todas as camadas sociais e lugares do Brasil, quiçá do mundo.

Logo, quando o Flamengo vence ou é campeão, como esperamos vá acontecer neste domingo, a festa acontece em todos os lugares, em todos os recantos do Rio de Janeiro e do Brasil.

Do morro ao asfalto, da Zona Norte a Zona Sul, do Leme ao Pontal como diria o saudoso Tim Maia, do Oiapoque ao Chuí. Porque como escrevemos em um post veiculado nas redes recentemente, somos rubro negros, rubro indígenas, rubro brancos, rubro qualquer coisa. Por conta disso, trabalhamos outras hashtags que exaltem o Flamengo e o ‘rubronegrismo’ indistintamente. E os resultados são os melhores possíveis com o nosso crescimento sensível em todas as redes.  Não existe veto algum. Qualquer um pode usar esse termo e eu não tenho nada contra.”

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