Brigada Sanitária já visitou 9,8 mil residências e abordou 19,1 mil pessoas em 5 bairros da Capital

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Em quatro semanas de Brigada Sanitária da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), as equipes da Secretaria de Saúde (SMS) já visitaram 9.824 residências e abordaram 19.191 pessoas em Mangabeira, Paratibe, Valentina Figueiredo, Bairro das Indústrias e Miramar. Desse total, 1.151 pessoas foram identificadas com sintomas de síndromes gripais e outras doenças, sendo que 156 foram encaminhadas para uma unidade de saúde da família (USF). As equipes também identificaram 1.967 pessoas com comorbidades.

De acordo com o coordenador da Brigada Sanitária, Késsio Brito, a ação deve seguir para outros bairros que apresentam números elevados de casos de coronavírus e que tenham baixos índices de isolamento social. “Hoje, encerramos as visitas na comunidade Tito Silva, em Miramar. Na próxima segunda-feira iniciaremos as visitas em comunidades do Bessa e daremos continuidade em Mangabeira, Valentina e Bairro das Indústrias”, disse.

Só nesta sexta-feira (7), as equipes visitaram 658 casas e abordaram 1.110 residentes, sendo que 86 apresentaram sintomas de síndromes gripais e outras doenças, mas nenhum deles precisou de encaminhamento para uma USF. Além disso, 156 pessoas foram identificadas com alguma comorbidade.

As abordagens e visitas às residências acontecem de forma educativa para diagnóstico e tratamento de pessoas com sintomas de síndromes gripais, a exemplo da covid-19, e para o combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A ação conta com a participação de agentes de endemias da Vigilância Ambiental e Zoonoses, agentes comunitários de saúde e outros profissionais da Atenção Básica.

Os profissionais se dividem em duplas para visitar as casas e, durante cada visita, para monitoramento, avaliação e diagnóstico, são aplicados questionários a fim de identificar pessoas com sintomas gripais ou comorbidades, como hipertensão, diabetes, obesidade ou problemas cardíacos. As visitas seguem os protocolos do Ministério da Saúde para evitar a disseminação do coronavírus e, por isso, os agentes só entram nas casas se houver foco do mosquito Aedes aegypti no local.

As pessoas identificadas com alguma comorbidade passam a ser monitoradas. As que apresentam sintomas gripais ou algum agravo, como dispneia (falta de ar), são encaminhadas para a unidade de saúde da família (USF) de referência para consulta, prescrição de medicamentos, se necessário, e para fazer o teste do novo coronavírus.