Bolsonaro afirma que cloroquina virou uma questão ideológica: “O PT não pode tirar o direito de lutar pela vida de qualquer um”

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Bolsonaro afirma que cloroquina virou uma questão ideológica: “O PT não pode tirar o direito de lutar pela vida de qualquer um”
Bolsonaro afirma que cloroquina virou uma questão ideológica: “O PT não pode tirar o direito de lutar pela vida de qualquer um”

Nesta quinta-feira (21), o presidente da República Jair Messias Bolsonaro realizou a sua rotineira live em sua página oficial no Facebook. Na transmissão, o Chefe de Estado tratou de diversos assuntos, como a volta do futebol, a reabertura do comércio nas cidades e também sobre o polêmico medicamento hidroxicloroquina, que ele defende na utilização em pacientes que estão na luta contra a Covid-19.

Bolsonaro contou com a presença do ministro da Infraestrutura Tarcísio Freitas na transmissão, e ao falar sobre o medicamento, ele afirmou que a disputa pela autorização de usar ou não a cloroquina virou “briga ideológica, uma briga partidária”, pois ele foi um dos primeiros a apontar o fármaco como uma possível solução temporária no combate a doença. O presidente ainda fez um apelo ao senador petista Humberto Costa, a quem ele lembrou que já esteve a frente do ministério da saúde em um período do governo petista.

“Um grupo de senadores do PT entrou no Tribunal de Contas da União (TCU) com um requerimento pedindo para que esse nosso entendimento, o protocolo, deixe de ser válido. Ou seja, volta a ser o que era antes. O pessoal do SUS não pode mais usar. A gente lamenta o requerimento do senhor Humberto Costa, do PT de Pernambuco, que quer fazer com que o pobre não tenha acesso à hidroxicloroquina (…) A gente apela ao senador Humberto Costa, que já foi ministro da Saúde, que deixe o pobre, o idoso fazer o uso da hidroxicloroquina de graça. O PT não pode tirar o direito de lutar pela vida de qualquer um. Cada vez mais eu me convenço que é uma briga ideológica, uma briga partidária. Desde o começo que eu falo na hidroxicloroquina por quê? Eu sei que não sou médico (…) Mas temos que dar esperança” disse ele

O mandatário brasileiro, porém, fez questão de destacar que, embora defenda o remédio como mais uma ferramente no enfrentamento à pandemia, ainda não existam estudos que confirmem a sua real eficácia contra o novo vírus.

“Tem muita gente que diz que se curou com isso. Lá em São Paulo temos o Kalil. Sabemos que não tem comprovação científica e não tem nenhum remédio na atual situação, porém, já existem muitos relatos de médicos de pacientes com comorbidades que tomaram logo no começo a hidroxicloroquina e estão vivos. Alguns morrem. Nem todo mundo toma remédio e vai se curar. Mas a grande maioria está viva e conta sua experiência. E muitos hospitais particulares têm receitado. Outros públicos, pelo SUS, é meio camufladamente. Foi o novo entendimento, tem uma recomendação e está liberado na rede pública” afirmou

Com a informação: Pleno News

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