Auxílio emergencial deve ter nova prorrogação até dezembro; Confira o valor

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Bolsonaro afasta ideia de prorrogar auxílio emergencial até 2021
Bolsonaro afasta ideia de prorrogar auxílio emergencial até 2021

A prorrogação do auxílio emergencial ainda não foi oficialmente anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Contudo, a expectativa é de que novas parcelas sejam pagas aos beneficiários até o mês de dezembro com o novo valor de R$ 300.

No último sábado, durante a inauguração de uma usina de energia no município de Caldas Novas (GO), o chefe do executivo informou que a próxima quantia do benefício deve variar entre os atuais R$ 600 e R$ 200 – montante defendido pela equipe econômica.

“Não será R$ 600, mas também não será R$ 200. Pretendemos prorrogá-lo até o final do ano e com isso fazer com que a economia volte à normalidade”, declarou Bolsonaro.

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Em seu blog para o G1, Gerson Camarotti informou que o valor fechado para a nova prorrogação será de R$ 300. O anúncio do alongamento deve acontecer nesta terça-feira, 1º de setembro. Outro que confirmou a data de pronunciamento do presidente sobre a nova extensão do auxílio foi o deputado Arthur Lira (PP-AL), atual líder do Centrão.

“Na terça-feira vamos ao Palácio da Alvorada anunciar, junto com o presidente Jair Bolsonaro, a prorrogação do auxílio emergencial, benefício tão importante para milhões de brasileiros que precisam dessa ajuda para enfrentar esse período da pandemia” disse Lira em post via Twitter.

Enquanto são definidas estratégias nos repasses do benefício, o programa Renda Brasil ainda não terá, por enquanto, uma confirmação de lançamento. Isso porque Bolsonaro, em conjunto com a equipe econômica, deve estabelecer nas próximas semanas as principais diretrizes da nova ajuda, que irá unificar diversos benefícios sociais, como o Bolsa Família e abono salarial.

Criado em abril por uma lei de iniciativa do Congresso, o auxílio emergencial de R$ 600 pagos a informais, autônomos, desempregados, beneficiários do Bolsa Família, ou de R$ 1.200 (no caso de mães chefes de família), tinha previsão inicial de três parcelas. Após uma primeira prorrogação, a ajuda passou a durar 5 meses. Seu objetivo é ajudar financeiramente os brasileiros mais afetados pela crise de coronavírus.

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