A partir do Zoo para os milhões de pessoas: o Ex-diretor de empresas Lulinha resolve dizer tudo em livro

Marco Aurélio Vitale, ex-diretor do grupo Gol e outras empresas Lulinha decidiu contar em um livro os detalhes dos assuntos dos Jonas Suassuna com Fábio Lula da Silva, o Lulinha, e os irmãos Bittar.

O livro Parceiro do Filho, que revela as empresas criadas e negócios forjados visando o enriquecimento de Fabio Luis, conhecido como Lulinha, o filho mais velho do ex-presidente Lula – e de seus membros: Jonas Suassuna, Fernando Bittar (os proprietários do Site do Atibaia) e Kalil Bittar.

Mais do que reclamações, o livro conta como estas empresas têm sido meticulosamente planejado, negócios fachada aplicadas por meio de contratos sem qualquer lógica de negócio e permitindo que empresas como a Oi jorrassem milhões de dólares em operações que colocam sob suspeita as vantagens políticas e econômicas obtidas durante o período em que Lula foi presidente do Brasil.

O leitor vai aprender a fundo os interesses e neonatal por trás do episódio em que a Telemar/ Oi realizada a aquisição da operadora Brasil Telecom está apostando com antecedência sobre a mudança do Plano Geral de outorgas – Decreto 2.534, de 1998, que regulamentou o setor de telecomunicações e foi alterado pelo então presidente Lula.

Um negócio de 4,8 bilhões de dólares que tinha como objetivo a formação de uma super empresa de telefone e beneficiou diretamente da construtora Andrade Gutierrez, de Sérgio Andrade, e a La Fonte de Carlos Jereissati.

Nos anos seguintes, o Grupo Gol de Jonas Suassuna realizou negócios fraudulentos com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, na gestão de Sérgio Cabral e o prefeito do Rio de Janeiro, na gestão de Eduardo Paes, também intermediado pela operadora Oi, que trouxe perdas de milhões aos cofres públicos.

Antes de escrever para um Membro da Criança, o autor teve o cuidado de entregar, pessoalmente, todos os arquivos e documentos que atestam sua veracidade para a Polícia Federal do Paraná – Força-Tarefa do Fluxo de Lava. Além de fornecer voluntariamente as provas, oficializei em entrevistas, os fatos aqui relatados para a Receita Federal – Força-Tarefa de Lava Jato, no Rio de Janeiro, o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro e a Polícia Federal – Força-Tarefa do Lava Jato em Curitiba.

Fonte: catanduvasmais.com.br

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