Nova Sala Lilás protege mulheres vítimas de violência no Judiciário
Nova Sala Lilás no Judiciário oferece acolhimento a mulheres em situação de violência
O programa “Antes que Aconteça” expandiu sua rede de proteção com a inauguração da primeira Sala Lilás dentro do Judiciário estadual do país, nesta sexta-feira (10), no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). O espaço visa garantir acolhimento humanizado, escuta qualificada e atendimento reservado para mulheres vítimas de violência, fortalecendo as ações de prevenção e proteção.
O que muda com a Sala Lilás no TJPB?
A nova Sala Lilás no TJPB representa um avanço significativo no combate à violência de gênero. Ela oferece um ambiente seguro e reservado para que mulheres possam relatar suas experiências e receber o suporte necessário, integrando o atendimento dentro de uma estrutura de justiça.
Como funciona a rede de proteção?
- Ampliando o acesso: A Sala Lilás no Judiciário se soma a outras duas unidades já em funcionamento na Paraíba, localizadas na Secretaria de Segurança Pública.
- Atendimentos realizados: Em um ano, as salas já somaram mais de 1 mil atendimentos.
- Expansão planejada: O programa prevê a entrega de 52 unidades em toda a Paraíba, com novas inaugurações até maio.
O que fazer em caso de violência?
Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Sala Lilás do TJPB. O espaço integra um protocolo de acolhimento, avaliação e, quando necessário, aplicação de medidas de proteção. A iniciativa busca reduzir danos emocionais e aumentar a efetividade do suporte oferecido.
Quem será beneficiado?
A iniciativa é voltada para mulheres que se encontram em situação de violência de gênero, oferecendo um canal direto para denúncias e apoio dentro de uma instituição judicial. O programa, coordenado nacionalmente pela senadora Daniella Ribeiro, abrange desde a prevenção até a reintegração das vítimas.
A implantação da Sala Lilás no Tribunal de Justiça da Paraíba foi realizada durante o ‘Seminário STJ-TJPB sobre Violência contra a Mulher’, com a presença de autoridades como o ministro-presidente do STJ, Herman Benjamin, e o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho. A expectativa é que a iniciativa seja expandida para outras unidades judiciais, consolidando o cuidado às mulheres como política pública permanente.
