Azevêdo: Eleição 2026 será embate entre gestor experiente e quem “nunca geriu um fiteiro”, critica Flávio Bolsonaro
Azevêdo crava segundo turno de 2026 como confronto entre gestor experiente e inexperiente
O senador eleito pela Paraíba, João Azevêdo (PSB), traçou um panorama sobre a disputa presidencial deste segundo turno, comparando os candidatos a uma escolha entre quem possui **experiência como administrador público** e um adversário que, segundo ele, **”nunca teria administrado um fiteiro”**. A declaração foi feita durante entrevista à Rádio POP FM nesta quinta-feira (22).
Azevêdo defendeu a **continuidade da gestão do presidente Lula**, apresentando os motivos que o levam a apoiar o petista. Ele criticou veementemente a campanha do senador Flávio Bolsonaro, chamando-a de **”metida em rolo de tudo que é jeito”** e acusando-a de **”vender ilusão”** para conquistar votos.
O socialista também direcionou críticas a propostas específicas de Flávio Bolsonaro, como a criação de um Ministério da Prosperidade, classificando-as como **ilusórias e meramente estratégicas para garantir a vitória nas urnas**. Conforme informação divulgada pelo próprio senador eleito, a disputa eleitoral atual enfrenta não apenas adversários políticos locais, mas também **”um conjunto de interesses norte-americanos”**.
Redes Sociais e Influência Estrangeira na Eleição
João Azevêdo destacou a **influência das redes sociais no pleito**, levantando preocupações sobre o papel de empresas estrangeiras. Ele apontou que a Meta, gigante da tecnologia responsável por plataformas como WhatsApp, Facebook e Instagram, estaria favorecendo o projeto de direita. Segundo ele, a inteligência artificial dessas empresas estaria sendo utilizada para criar imagens favoráveis a Flávio Bolsonaro, enquanto a programação dos serviços **impediria a criação de conteúdos semelhantes para Lula**.
Meta e a Suposta Censura a Páginas Políticas
O senador eleito exemplificou sua crítica ao mencionar que **”a Meta tirou do ar a página do presidente da República por mais de 24 horas”**. Para Azevêdo, essa ação demonstra uma interferência que ultrapassa o âmbito político nacional, indicando uma possível **imposição de interesses estrangeiros na definição do presidente da República**.
A Importância da Experiência Administrativa
A crítica sobre a falta de experiência administrativa de um dos candidatos ressalta a visão de Azevêdo sobre a importância de ter um **gestor público qualificado** para administrar o país. Ele enfatizou que a complexidade de governar exige conhecimento e vivência em gestão, algo que, em sua opinião, falta ao adversário.
Propostas Ilusórias vs. Realidade da Gestão
Ao classificar as propostas do adversário como **”ilusórias”**, João Azevêdo sugere que elas não condizem com a realidade da administração pública e com as necessidades do país. Ele contrapõe essas promessas com a **necessidade de planejamento e execução eficaz**, características de uma gestão experiente.
O Papel da Inteligência Artificial e o Debate Político
A preocupação levantada por Azevêdo sobre o uso da inteligência artificial pelas plataformas da Meta acende um debate sobre como a tecnologia está moldando o ambiente político. A possibilidade de **manipulação de conteúdo e favorecimento de determinados candidatos** levanta questões éticas e sobre a **transparência dos processos eleitorais digitais**.
Interesses Internacionais e a Soberania Nacional
A afirmação de que **interesses norte-americanos estariam se impondo sobre a eleição** brasileira é um ponto crucial levantado pelo senador eleito. Isso remete à discussão sobre a **soberania nacional** e a importância de que a escolha do presidente da República seja feita unicamente pelo povo brasileiro, livre de influências externas indevidas.
