5 dicas para economizar (seu) dinheiro e mecânica (do carro)

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Como tantas outras coisas na vida, bons hábitos ao volante costumam ter um impacto bem positivo na saúde – neste caso, mecânica (para o carro) e financeira (para seu dono). Falando assim parece meio óbvio, mas, lendo as dicas a seguir, veja quantas delas você efetivamente já adota em seu dia a dia e poderá se surpreender.

Vamos lá:

Devagar (ou “menos depressa”) se vai mais longe

Dirigir em velocidade alta implica em mais consumo de combustível e, com ele, maior despesa na bomba do posto. O interessante é que a mesma regra vale para os elétricos que, rodando mais rápido, gastam mais bateria também.

Por outro lado, o extremo oposto também não verdade – lento demais, o carro também não vai funcionar em sua maior eficiência. Portanto, o ideal é manter a velocidade apropriada para cada tipo de caminho, respeitando os limites indicados.

Além disso, guiar “esgoelando o motor”, ou seja, mantendo os giros mais altos, aumenta o desgaste de vários componentes e pode diminuir sua vida útil, fazendo com que a conta da manutenção cresça e apareça antes do tempo.

De desconto muito grande, até o santo desconfia

Se todos os postos vendem combustíveis em um determinado patamar de preço, e apenas um oferece o produto por muito menos, desconfie. Especialmente se o estabelecimento não pertencer a uma rede conhecida. Gasolina – ou álcool ou diesel – barato costuma sair caro.

Isso porque uma das maneiras mais comum de fazer o combustível “crescer e se multiplicar” nos reservatórios dos postos é batizá-lo, e de um jeito pecaminoso: adicionando a ele outros produtos, como solventes e até mesmo água.

Nesses casos, geralmente os poucos reais economizados no abastecimento explodem em prejuízo, com filtros entupidos, bicos injetores prejudicados, bombas queimadas e, em casos extremos, em motores chegando a um estado de extrema-unção.

E, mesmo que nada disso aconteça, com um combustível fora dos padrões para os quais o motor e os componentes do carro foram projetados, é quase certo que o consumo seja maior que o normal. Prefira sempre postos confiáveis.

Se antecipe, freie menos, acelere menos

Quando estiver se aproximando de um semáforo amarelo ou fechado, em vez de frear em cima, tire o pé do acelerador e procure reduzir as marchas progressivamente – ou melhor, regressivamente, das mais altas para as mais baixas, usando o chamado freio motor. Só pise no pedal do freio com a velocidade já baixa.

Além de poupar os componentes dos freios – pastilhas, discos, tambores e lonas –, esse tipo de hábito aumenta a sua segurança, pois evita que fique parado mais tempo na faixa e, assim, mais vulnerável a assaltos – coisa infelizmente comum nas grandes cidades brasileiras.

Reserva deve ser reserva

Quando perceber que a quantidade de combustível no tanque do carro está se aproximando da reserva, abasteça. Não deixe chegar “no cheiro” para só então procurar o posto. O “chorinho” eventualmente acumula sujeira, que pode entupir componentes do sistema e deixar você a pé.

Além disso, quando o reservatório está quase vazio, em determinadas situações – como ladeiras acentuadas, por exemplo – podem fazer com que a bomba trabalhe em seco, ou seja, puxe ar do tanque junto ou em vez do combustível. E isso pode levar a falhas e até a quebra da peça.

Vidros fechados, melhor rendimento

Quando estiver rodando em vias expressas mais longas ou rodovias, com velocidades de 80 km/h ou mais, lembre-se de fechar os vidros das janelas. Desse modo você vai melhorar a aerodinâmica do carro, além de evitar que o ar “segure” o carro, aumentando o consumo, ou que uma rajada mais forte de vento altere sua trajetória.

Em trajetos um pouco mais longos, essa economia acontece mesmo quando o ar-condicionado está ligado. Além disso, o conforto dentro do carro será maior, claro. Pode não parecer, mas o ruído excessivo e contínuo é um grande causador de stress. Além do dinheiro, poupe suas energias.

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